Paco de Lucia e Bryan Adams
DON JUAN DE MARCO
Olho o perfil do teu rosto quieto, recortado pela luz do meu luar. Como é lindo o teu dormir. Preciso sentir-me pequenina e única, que nada mais queres, nada mais precisas, apenas eu - mimalha do teu amor, que entra em biquinhos de pés, para teu sono não perturbar.
Respiro a música, embevecida, e danço em pontas pelo Céu, pisando devagarinho as estrelas que me amparam.
Olho-te orgulhosa da minha dança e aninho-me em teus braços. Promete-me a tua mão, teu corpo e alma, o teu olhar em sorriso. Sinto os teus pensamentos a entrar em mim, a fazerem-me tua, sabendo eu que és meu. Sussurra baixinho ao meu ouvido que me amas, que me queres em todos os amanhãs. Que não deixarás a tristeza de novo entrar nesta alma, de tanto frio, enrugada. Sussurra na penumbra o teu amor despejado e nu, e não me deixes jamais… que te amo tanto.
Respiro a música, embevecida, e danço em pontas pelo Céu, pisando devagarinho as estrelas que me amparam.
Olho-te orgulhosa da minha dança e aninho-me em teus braços. Promete-me a tua mão, teu corpo e alma, o teu olhar em sorriso. Sinto os teus pensamentos a entrar em mim, a fazerem-me tua, sabendo eu que és meu. Sussurra baixinho ao meu ouvido que me amas, que me queres em todos os amanhãs. Que não deixarás a tristeza de novo entrar nesta alma, de tanto frio, enrugada. Sussurra na penumbra o teu amor despejado e nu, e não me deixes jamais… que te amo tanto.

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